segunda-feira, 2 de agosto de 2010

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As juras viraram gritos chocantes, os beijos percorrem outra boca, talvez. E as rosas morreram de vez, maltratadas pelas palavras árduas. Sobrou um corpo cansado, exaurido, cheio de dor e latente agonia. Sobrou alma partida, desprendida, sobrou uma rosa negra, que velava os sonhos de perto e agora ri sem receios. Sobrou a morte em vida. Não sobrou nada...
Nada sobrou.
Nem é amor o que se diz amor. Porque amor prevalece, amor de verdade é eterno.

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